4 coisas que você pode aprender com a Lei da Ressonância

“O segredo não é correr atrás das borboletas…
E sim cuidar do jardim para que elas venham até você.”

Veja a profundidade desta frase!

Não é segredo que leis científicas como física, química, biologia, geologia, astronomia podem explicar muitos aspectos de nossas vidas. Para este caso em particular, eu levo em consideração a “Lei da Ressonância”.

Em 1665, o matemático e físico holandês Christian Huygens descobriu que, ao colocar ao lado e na mesma parede dois pêndulos, eles tendiam a afinar seu movimento de giro, como se “quisessem ter o mesmo ritmo”.

Da mesma forma e pela mesma razão, se você tocar em um diapasão, a uma frequência fixa de 440 Hz, e colocar perto de um diapasão ‘silencioso’, após um curto tempo, o segundo também começará a vibrar.

De seus estudos vem o fenômeno que chamamos agora de “ressonância”.

Então, o que um pêndulo ou um diapasão tem a ver conosco?
Tudo no universo se move e vibra. Além disso, o aço mais sólido é feito de átomos com prótons, elétrons e nêutrons que vibram a uma certa frequência.

Se você quiser uma prova de que também vibramos, pegue um alto-falante e coloque-o perto de uma tigela cheia de água, a água vibrará em ressonância com as ondas sonoras.

Então considere que somos feitos 70% de água.

Tendo em mente essas premissas e a lei da ressonância, podemos explicar muitas coisas…

1- Podemos perceber apenas os aspectos da realidade para os quais temos capacidade de ressonância.

Quando um diapasão emite sua frequência, algumas células auriculares começam a vibrar com a mesma frequência e a transmitir impulsos ao cérebro que as reconhece, bem como a qualquer outra frequência “audível”.

Isso não acontece com sons que possuem frequências abaixo ou acima do nível de nossa ressonância auditiva (infra-som e ultra-som).

O mesmo acontece com a visão, o toque, o paladar e o olfato e, indo além, isso se aplica não apenas ao campo da percepção puramente sensorial, mas a toda a percepção da realidade.

Por exemplo, se alguém lê um livro, acredita entendê-lo em profundidade, embora ele possa apenas reconhecer o que está em harmonia com seu estado de consciência e experiência no momento.

De fato, quando relemos certos livros depois de anos, porque nossa consciência cresceu, pegamos detalhes que não podíamos ver antes e entendemos “ainda melhor”.

Em geral, podemos dizer que nós tendemos a reconhecer idéias em “harmonia” com nossos pensamentos.

2- Atraímos pessoas do mesmo comprimento de onda

Como o pêndulo, estamos “sintonizados” com pessoas com pensamentos, sentimentos ou características físicas “simpáticos” (por exemplo, feromônios).

Atraímos nossos semelhantes e é por isso que, se estou cercado por pessoas medíocres ou grandes pessoas, isso também depende de quem sou.

Muitas vezes pensamos erroneamente que podemos melhorar nossa vida mudando parceiros, amigos, colegas e assim por diante, mas se não mudarmos nossa maneira de ser, nos encontraremos na mesma situação.

3- Atraímos eventos em ressonância com o nosso ser

Pelas mesmas razões que escrevi acima, se estou cercado de coisas boas ou ruins, depende principalmente se sou bom ou ruim, e assim por diante. Se nos concentrarmos principalmente na abundância, soluções e resultados positivos, é exatamente isso que atrairemos de volta para nossas vidas. Infelizmente, o inverso também é verdadeiro.

4- Nosso mundo exterior reflete nosso mundo interior

Como vemos fora o que temos dentro, se nossa realidade externa é infeliz, decepcionante ou caótica, é um resultado direto do que está acontecendo dentro de nós.

O mundo age como um espelho no qual nós sempre e somente nos vemos.

Costumávamos lutar contra os inimigos do mundo exterior, contra vizinhos ou parentes, contra as injustiças de nossos superiores, contra a sociedade e muito mais.

Na realidade, apenas lutamos contra nós mesmos, mas quem, de fato, pode vencer uma batalha contra um espelho?

Em vez disso, deveríamos usar esse “espelho” para descobrir partes de nós mesmos que, sem a sua ajuda, nunca veríamos.

Poderíamos aprender muito sobre nós mesmos se considerarmos que toda vez que vemos algo nos outros que nos irrita, isso significa que provavelmente temos um defeito semelhante (mesmo que 5% deste defeito)!

Aquele que muda seu mundo interior, se encontrará vivendo de uma maneira nova e verá o mundo de uma maneira diferente.

Esses 4 pontos são apenas uma pequena dica de como a lei da ressonância pode ajudar a entender melhor nossas vidas.

Mas para você mesmo tirar a prova sobre como o externo é reflexo do nosso mundo interior, aqui vai uma dica:

Passo 1:

No seu trabalho, ou local que você frequenta, perceba as pessoas que mais admira, então anote em um bloco de notas:

O que eu admiro nessa pessoa? E por quê?

Procure ser específico.

Passo 2:

Então, ao longo da semana, diariamente você vai se auto observar para encontrar qualidades semelhantes às admiradas naquelas pessoas.

Acredite, você as possui.

Passo 3:

Então, anote todas as qualidades encontradas.

Consciente de suas qualidades, será sua escolha desenvolvê-las ou usá-las com mais frequência.

Acredito que você vai se surpreender com esse exercício, espero que o mesmo se torne um hábito.

Pois lembre-se:

AQUELES QUE SE MODIFICAM, mudam o mundo.
Não há nada para mudar, exceto nós mesmos.

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