A cura através de frequências sonoras… passado ou futuro?

Hoje queremos trazer um conhecimento que pode auxiliar você na sua jornada de autodesenvolvimento – a cura através do som.

Como funciona a terapia sonora? Ela é eficaz?

…é perceptível que o som pode definir um humor.

A trilha sonora da aula de aeróbica causa maior euforia, por exemplo, enquanto a do yoga promove uma concentração e relaxamento.
O som também tem um efeito poderoso sobre como nos sentimos ao longo do dia.

Nossos corpos e mentes reagem de maneira diferente ao ruído estrondoso de uma britadeira, e a um filete de água em uma fonte.

Em outras palavras, alguns sons simplesmente nos fazem sentir melhor que outros.

Quer nossas mentes conscientes prestem atenção ou não, nossos corpos se inspiram nesses sons e ritmos, sabendo quando ficar com energia e quando desacelerar.

As últimas décadas de trabalho nas ciências cognitivas da música demonstraram que a capacidade humana para a música não está isolada do resto da mente.

Em vez disso, uma rede amplamente distribuída é ativada, incluindo áreas dedicadas à visão, controle motor, emoção, fala, memória e planejamento.

A terapia sonora está ganhando popularidade tanto como terapia preventiva quanto como complemento aos tratamentos mais tradicionais.

O som e a música estão conosco e são parte de nós. Não tem como se dissociar deles.

Mas se compreendermos um pouquinho mais deste misterioso e fascinante mundo, talvez possamos utilizá-lo para nosso crescimento e desenvolvimento pessoal.

Frequências sonoras específicas são boas para a mente e o corpo, assim como o Best Seller, A Magia Da Cura Sonora, que usa frequências sonoras destinadas a promover a cura e o bem-estar.

Usando essas frequências específicas, foi demonstrado que diferentes partes do sistema imunológico podem se fortalecer, desde mediadores imunológicos como a interleucina 2 até as funções naturais da célula.

Essa é uma das razões pelas quais Mitchell Gaynor, oncologista e professor clínico assistente na Weill Medical College da Universidade de Cornell, em Nova York, usa frequências sonoras em seus pacientes com câncer.

Gaynor vê o som como parte de uma tendência mais ampla em direção à humanização da medicina, na qual toda a pessoa, e não apenas a parte “quebrada”, é abordada.

“Acredito que o som possa desempenhar um papel em praticamente qualquer distúrbio médico, uma vez que corrige desequilíbrios em todos os níveis do funcionamento fisiológico”, ele escreve em seu livro O poder curativo do som.

Sabemos que a música pode facilitar a cura, e isto acontece de diversas formas.

De acordo com a lei da física, tudo vibra: a cadeira em que você está sentado, a comida que você come, as pedras e as árvores.

“Se ouvimos ou não, tudo tem um som, uma vibração própria”, escreve Joshua Leeds em The Power of Sound.

De fato, todo o nosso corpo “ouve”. O som bate em nossos tecidos e ossos, uma parte é refletida de volta e a outra parte penetra profundo em nosso corpo. E esse é o fenômeno chamado de ressonância.

A ideia de que o som afeta a saúde da mente e do corpo não é nova. Todas as grandes civilizações conhecidas utilizaram o som e a música como forma de cura.

Mas isso funciona?

Sim. As vibrações podem diminuir a frequência cardíaca, relaxar os padrões de ondas cerebrais e reduzir as taxas respiratórias.

Há um artigo de 2005 no The New York Times que argumentava que o som pode ter efeitos fisiológicos porque suas vibrações não são boas apenas para o coração, mas também para seu estado emocional.

Para explicar melhor, o terapeuta do som Jonathan Goldman compara o corpo humano a uma orquestra muito bem afinada, que produz uma música extremamente agradável.

Mas o que acontece quando o segundo violino da orquestra perde a sua partitura e começa a tocar no tom e ritmo errados?

Rapidamente isto afetará a seção de cordas, e logo toda a orquestra tocará uma música horrível.

Esta música desafinada, a doença, é na verdade uma parte do nosso corpo vibrando fora da harmonia com o todo.

A solução da medicina alopática poderia ser dar uma pílula para o violinista dormir.

Mas o que aconteceria se, ao invés disso, nós devolvêssemos a partitura para o músico, fazendo com que a orquestra toda volte a tocar uma bela música?

Assim é a essência da cura pelo som:
Projetar vibrações harmoniosas que fazem com que a parte doente volte a vibrar em harmonia com o todo.

Convido você a saber mais deste assunto, para experienciar os benefícios das frequências específicas.

4 dicas para te ajudar
  1. Se você deseja ficar mais alerta, ouça frequências no estado Beta, por exemplo quando precisa estudar ou fazer um teste muito concorrido, como um concurso.
  2. Se você gostaria de ouvir a sua intuição, ou precisa melhorar a memória, frequências no estado Alfa são recomendadas.
  3. Frequências Theta são melhores para criar conexões com a sua parte inconsciente e meditar mais profundamente.
  4. Um sono profundo e reparador pode precisar das ondas sonoras das frequências Delta.

Todas você consegue encontrar gratuitamente no YouTube.

Mas eu quero deixar claro que em plataformas como YouTube você encontra músicas que trazem uma sensação boa, afinal todas as pessoas são livres para publicar músicas e vídeos na plataforma, mesmo sem entender do assunto.

E em alguns casos, recebo alguns depoimentos de pessoas que ouviram algum tipo de som na internet e acabaram se sentindo mal.

Esse é um recado só pra deixar você alerta na enorme quantidade de vídeos e músicas binaurais que existem na internet, ok?

Mas para cura do corpo ou mente existem frequências específicas com esse fim, desenvolvidas por especialistas do som.

Elas vão muito além de apenas frequências, pois também envolvem uma musicalidade para que o som seja ouvido sem efeitos colaterais, combinando notas musicais diferentes, instrumentos e outras técnicas de cura pelo som.

Estas frequências vibracionais estão ajudando pessoas comuns a fortalecer o sistema respiratório sem o uso de medicamentos, suplementos ou exercícios físicos.

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Finalmente Reveladas: Conheça As 6 Frequências Sagradas De Cura!
Estes tons sagrados estavam perdidos há mais de 1.430 anos.

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