Saia do modo automático de viver e comece a questionar!

Hoje queremos falar sobre o modo automático de viver.

Sobre como somos programados a levar uma vida manipulada e pré-definida, sem muitas vezes o esclarecimento sobre as escolhas que nos são possíveis.

Você nasce, cresce.

Aos seis ou sete anos vai para escola, onde aprende de uma forma equivocada (você usa a fórmula de Bhaskara hoje?) sobre assuntos que não farão a diferença nas suas capacidades necessárias para ter uma boa vida.

A tal “boa vida” pode ser traduzida em uma colocação profissional razoável que te dê dinheiro para não ter preocupações financeiras.

Em abril deste ano 66,6% da população brasileira estava endividada, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), um recorde que tende a aumentar em função da pandemia.

Por que chegamos nesse ponto?

 Volto a falar da vida programada.

Fomos ensinados e treinados para obedecer.

Termina o ensino fundamental, vai para o ensino médio onde aprende uma “profissão”. Se tiver um pouco mais de sorte ou condições vai para uma faculdade, e aí sim, está encaminhado.

Certo? Errado.

Você termina a faculdade e se depara com um mercado de trabalho feroz, não faz ideia de como “se vender” nesse meio, uma vez que o curso superior não te ensina isso.

“Mas se estudar pra concurso, está feito”, tem estabilidade, certo? Errado mais uma vez.

A tal estabilidade do serviço público tende a diminuir cada vez mais, isso para não entrar no outro ponto. 

Você se torna escravo de um trabalho que provavelmente não gosta, não tem relação alguma com seus propósitos e valores, para ter uma remuneração que te permita “fugir” de férias para a praia mais próxima uma vez por ano.

É sério? É para isso que fomos treinados e programados?

Por que não nos ensinaram a pensar? 

Ao exercermos a criatividade e, quem sabe inventarmos algo novo que possa nos remunerar muito bem e ainda proporcionar liberdade financeira e geográfica?

Por que você precisa seguir a cartilha? 

Se formar, casar, ter filhos, um emprego para ter uma promoção, trabalhando para quem você não gosta para justificar essa vida de refém?

A verdade é que fomos criados para ter uma síndrome do impostor, para limitar nossas escolhas e pensar que não somos capazes de fazer algo maior, deixar um legado.

O que vão falar de você no seu velório?

Que marca você está deixando no mundo? Que ensinamento? Que exemplo?

“Mas então todos devem ser treinadores, professores?”

Não.

Mas todos podem ser criativos, inovadores e protagonistas dos seus resultados.

Ficar esperando que o governo te ajude não te faz um protagonista.

Depender da boa vontade do seu chefe não te transforma em uma pessoa que cria sua própria realidade.

Reclamar da “crise” sem colocar a mente para funcionar, aprender algo novo e criar uma estratégia de ação não te faz nada mais do que mais um “reclamão”.

E para esses, a concorrência está grande.

Não quero que você abandone seu trabalho e chute o balde de tudo, mas se você leu até aqui e ficar com uma pulga atrás da orelha, com uma percepção que pode mais e não está dando nem metade, já valeu escrever esse texto.

Um forte abraço, e mexa-se!

Fernando Felix, Especialista em Programação Neurolinguística (PNL), Hipnose Clínica e Ericksoniana, possui diversas certificações internacionais nas áreas de Comunicação, Liderança e Relações Humanas.

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