Como evitar mágoas e discussões nos relacionamentos

Por que magoamos as pessoas? Que motivos teríamos para fazer o outro se sentir mal?

A resposta que normalmente vem a esse tipo de pergunta é: “não sei”.

Não sabemos por que nossas ações e palavras machucam.

Existe um pressuposto da Programação Neurolinguística que afirma: “Todo comportamento tem uma intenção positiva”.

Então quer dizer que quando magoamos alguém, nossa intenção é positiva? Sim. Ninguém em sã consciência quer um incômodo, uma briga.

Desavenças não são bem vindas na nossa vida, certo?
Buscamos o prazer da dopamina, não o estresse do cortisol. Mas nos estressamos, discutimos e magoamos.

E se eu te disser que grande parte dessas situações podem ser evitadas?

Se eu afirmar que podemos diminuir em mais de 50% as mágoas e discussões nos nossos relacionamentos?

É possível sim.

Para isso precisamos desenvolver a habilidade da escuta, e aprender a fazer boas perguntas.


Não gostamos de ser repreendidos. Temos pavor que apontem nossos erros. Quando alguém o faz, é inevitável que existam sentimentos com a mágoa, a raiva e o ressentimento.

Mas e quando existem problemas e comportamentos que não posso mais tolerar, que não suporto, o que fazer para resolver sem apontar o erro?

Tudo funciona melhor quando utilizamos a razão e o planejamento.

Primeiro, se todo comportamento tem uma intenção positiva, qual o ganho (intenção positiva) da pessoa ter esse comportamento que você não gosta?

Aqui está uma das partes do processo. Julgar menos e entender mais.

Lembrando que entender não é concordar.

Posso entender um posicionamento e não concordar com ele, certo?

Entendendo os motivos e os ganhos, a segunda parte é descobrir o que faria a pessoa ter vontade de mudar o comportamento.

Normalmente ela sabe que não é um bom comportamento, mas persiste.

É como um processo de feedback em empresa. Você começa sempre com um elogio.

Não qualquer elogio, um que seja pontual, específico e toque em um ponto importante para a pessoa. Que você saiba que vai valorizar.

Na maioria das conversas e comunicações verbais, quem pergunta tem mais vantagem do que quem só fala. Faz sentido?

Então imagine que alguém quer que você mude um comportamento, e durante uma conversa lhe fale a respeito. “Fulano, eu não gosto quando você tem esse comportamento”.

Qual a sua reação? Você se fecha, se magoa, fica na defensiva. E isso é um comportamento natural do ser humano, estando certo ou errado.

A regra é: Jamais aponte o erro. Tem mais vantagem quem… Pergunta, certo?

Então pergunte: “Fulano, o que você acha de tal situação que ocorreu”?

Detalhe importante: Estamos falando aqui de situações, não pessoas.

O “problema” é situacional, não pessoal, se colocado dessa forma, certo?

Normalmente quem está sendo questionado se dá conta da sua falha.

Então você segue perguntando, com um ar de quem nem havia se dado conta da responsabilidade do outro em tal situação.

Dessa forma, o erro é apontado pela própria pessoa, e não por você, o que normalmente te exime da responsabilidade de cobrança. Você dá o recado de uma forma sutil e indireta, e não gera mágoa.

Comunicação. Quem domina tem vantagem. E evita o stress.

Concorda? Experimenta na prática.

Um forte abraço.

Fernando Felix, Especialista em Programação Neurolinguística (PNL), Hipnose Clínica e Ericksoniana, possui diversas certificações internacionais nas áreas de Comunicação, Liderança e Relações Humanas.

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Juliana
Juliana
13 dias atrás

Já ouvi falar desse método, dizem que é muito bom e realmente funciona,é tipo uma comunicação não violenta.

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